A Medicina Tradicional Chinesa tem registado uma procura crescente em Portugal, mas a falta de regulamentação continua a prejudicar a prática desta actividade profissional e deixa os cursos de formação sem reconhecimento por parte das entidades oficiais.
A denúncia é feita por dois profissionais de medicina chinesa, ambos directores de escolas de medicina oriental, que apontam que esta é uma área «que tem cada vez mais procura».
«Vemos que as pessoas cada vez mais procuram estas áreas em alternativa à medicina convencional, que não só é mais cara, como a assistência é má. Procuram esta área porque encontram a atenção, o apoio e a orientação que falta na medicina tradicional», disse, em entrevista à Lusa, o director da Escola Superior de Medicina Oriental e Terapias (ESMOT).
Na opinião de José Duarte, a maior parte das pessoas sente que não é acompanhada devidamente pelo serviço público de saúde e procura, assim, uma alternativa junto da medicina chinesa.
É por isso que o director da Universidade da Medicina Chinesa, Pedro Choy, defende a integração desta actividade médica no Serviço Nacional de Saúde (SNS), «a bem da população e a bem dos cofres do Estado português».
A denúncia é feita por dois profissionais de medicina chinesa, ambos directores de escolas de medicina oriental, que apontam que esta é uma área «que tem cada vez mais procura».
«Vemos que as pessoas cada vez mais procuram estas áreas em alternativa à medicina convencional, que não só é mais cara, como a assistência é má. Procuram esta área porque encontram a atenção, o apoio e a orientação que falta na medicina tradicional», disse, em entrevista à Lusa, o director da Escola Superior de Medicina Oriental e Terapias (ESMOT).
Na opinião de José Duarte, a maior parte das pessoas sente que não é acompanhada devidamente pelo serviço público de saúde e procura, assim, uma alternativa junto da medicina chinesa.
É por isso que o director da Universidade da Medicina Chinesa, Pedro Choy, defende a integração desta actividade médica no Serviço Nacional de Saúde (SNS), «a bem da população e a bem dos cofres do Estado português».
in diário digital
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